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Mas o segmento vem dando sinais de retomada, e a liberação para frequentar locais como festas, restaurantes e outros ambientes sociais sem o uso de máscara tem renovado as oportunidades para pequenos negócios. Neste relatório, você irá conferir:
Para 2025, a perspectiva da Statista é que as vendas de produtos de beleza e cuidado pessoal cheguem a R$ 135,48 bilhões no mercado brasileiro.
O Brasil representa mais da metade do setor de cosméticos na América Latina e deve manter uma taxa de crescimento de 4,76% no setor, segundo a Goldstein Research. Os produtos de beleza brasileiros são exportados para 174 países, sendo a Argentina o principal comprador, responsável por 24,6% do valor exportado pelo Brasil em 2020, seguida pelo Chile (10,1%), México (9,9%), Colômbia (8,7%) e Paraguai (8,2%).
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O mercado de beleza e maquiagem ainda está concentrado no público feminino, mas o segmento de cosméticos masculinos está em expansão há alguns anos e pode trazer oportunidades. O Brasil já é o segundo maior mercado de beleza masculina no planeta, correspondendo a uma fatia de 13% dos negócios globais.

Com operações menores, micro e pequenas empresas são favorecidas para atuar com novos modelos de negócio para produção ou venda de maquiagens. Conheça novos formatos de negócio que podem ser vantajosos nesse contexto.
Clubes de assinatura – Funcionam como uma assinatura de revista, na qual o assinante faz um pagamento mensal, trimestral ou semestral e recebe periodicamente produtos em casa. Nesse modelo, a empresa tem faturamento contínuo, recorrente e com tendência a crescer, gerando maior previsibilidade financeira. Além disso, o tempo de vida do cliente na loja é maior, favorecendo a fidelização e facilitando os lançamentos, uma vez que a empresa já terá uma base sólida de usuários para comunicar, e até mesmo testar as novidades. Para os clientes, é uma oportunidade de ter acesso a maquiagens e cosméticos a preços competitivos, com conteúdos exclusivos, praticidade e variedade.
Marcas indie – As marcas independentes de maquiagem estão entre as que têm correspondido melhor aos anseios por personalização, propósito, experiência online, informações, sustentabilidade e diversidade. Uma marca indie não se posiciona só como um negócio autônomo. Além de ser administrada pelos fundadores e sem o apoio de investidores, são empresas que adotam modelos de gestão inovadores e atuam a partir da conexão com o cliente, da representatividade e do respeito à biodiversidade. Uma pesquisa da Factor Kline indica que 86% dos negócios independentes brasileiros atuam com portfólio vegano e que 90% das iniciativas surgiram após 2015. Eles se caracterizam por buscarem o diálogo, a influência e uma comunidade junto aos consumidores.

Beleza negra – Após anos sem serem atendidos de maneira adequada pelo mercado de beleza, os consumidores negros demandam cada vez mais maquiagens específicas para as diferentes tonalidades da pele negra. Muitas marcas, como a Negra Rosa, surgiram a partir da própria carência de produtos especializados por parte das consumidoras. Sejam indústrias, lojas ou salões, é preciso ter produtos e dominar técnicas para atender a esse nicho com qualidade e diversidade de opções.
Saudável e sustentável – Além de estarem orientados ao menor impacto ambiental, os consumidores que buscam produtos veganos e naturais também estão atentos ao uso de componentes químicos nocivos à saúde. Pesquisa do Grupo NPD indicou, em 2021, que 68% dos consumidores do Reino Unido desejavam produtos para a pele sem substâncias químicas artificiais e que a venda de maquiagens veganas cresceu 29% em 2021, frente a 2020. A partir da pressão dos consumidores desse nicho, foi criado o Consórcio EcoBeauty Score, que reúne diversas empresas de beleza para estabelecer padrões e abordagens padronizadas sobre fórmula, embalagens e uso desses produtos.
Pele madura – Já faz algum tempo que o segmento de cosméticos anti-idade oferece soluções para pessoas maduras. Agora, produtos e serviços de maquiagem também se voltam às necessidades específicas desse público, como maior hidratação, fator que ajuda a manter a duração dos produtos na pele, por exemplo. Linhas de maquiagens compostas com sérum e com ácido hialurônico estão entre as que podem gerar efeito mais homogêneo em peles com rugas e vincos.
Otakus – Estilo inspirado na cultura pop japonesa, as maquiagens otakus ganham diversos tutoriais nas redes sociais e produtos especiais em plataformas de e-commerce. Os utensílios utilizados, como pincéis, muitas vezes, fazem referência ao Japão e a personagens, e são utilizados itens de maquiagem muito coloridos e combinados com acessórios, como lentes de contato.
]]>Mas o que significa fazer a gestão o estoque? A ideia é monitorar os produtos armazenados para garantir que as demandas serão atendidas sem haver excessos e prejuízos.
O controle de estoque é o monitoramento e a análise dos materiais em uma empresa para garantir um bom funcionamento de todas as operações. Uma gestão adequada dos fluxos de entrada e saída permite:
Em outras palavras, registrar e controlar tudo que entra e saí da empresa. Sim, isso vai dar um certo trabalho, mas ter esse controle vale a pena, pois ele oferece muitos benefícios:
Além de todos os pontos citados, é fundamental compreender que a gestão de estoque tem tudo a ver com o financeiro. Muitos produtos parados representam dinheiro retido. Já a falta de uma estratégia eficiente para os itens armazenados impede uma boa negociação e ocasiona a perda de oportunidades de compra.
O controle de estoque pode ser feito de diversas maneiras, desde caderninhos até sistemas bem mais avançados. É claro que a gente recomenda a adoção de um sistema mais elaborado, mas a gente entende se você ainda não estiver pronto.
De qualquer forma, vale a pena entender melhor como essa gestão influencia nos resultados do negócio e deve ser levada a sério.
]]>Isso é feito de forma gerencial, com as projeções de crescimento, custos, etc, como de forma fiscal, apresentando os impostos e taxas recolhidas durante o ano.
Para as empresas brasileiras, a demonstração do resultado do exercício é obrigatória, de acordo com a lei n° 11.638/07, publicada em 27 de dezembro de 2007. Resumidamente, a DRE de uma empresa se estrutura da seguinte maneira:
Receita Bruta
(-) Deduções e abatimentos
(=) Receita Líquida
(-) CPV (Custo de produtos vendidos) ou CMV (Custos de mercadorias vendidas)
(=) Lucro Bruto
(-) Despesas com Vendas
(-) Despesas Administrativas
(-) Despesas Financeiras
(=) Resultado Antes IRPJ CSLL
(-) Provisões IRPJ E CSLL
(=) Resultado Líquido.
Use o modelo para fazer a demonstração do resultado do exercício do seu negócio durante o ano
Essa é uma estrutura resumida de uma DRE, que será explicada ponto a ponto.
Mas lembre-se de que há outras possibilidades. Quanto mais detalhes sobre a operação, mais próximo do dia a dia. Quando mais amplo seu escopo, mais estratégica a visão. Você pode reduzir a 9 ou 10 pontos ou discriminar grupos de despesas no período.
Entrada de dinheiro no caixa ou no patrimônio da empresa em dinheiro ou direitos (crédito documentado que assegure propriedade de mercadorias ou bens). Inclui receita de vendas de produtos, prestação de serviço, recebimento de juros, royalties e dividendos.
Inclui devoluções de vendas, descontos oferecidos e abatimentos de impostos que incidem diretamente sobre a venda, como ICMS, ISS etc.
O resultado das receitas de vendas menos as deduções representam a receita líquida.
CPV (Custo de produtos vendidos), CMV (Custos de mercadorias vendidas) e CSP (Custo dos Serviços Prestados) apresentam gastos relativos à fabricação de um produto ou preparação de um serviço. Valores despendidos com matéria-prima, distribuição, logística etc.
Lucro bruto é a diferença entre a receita líquida e o gasto na produção.
Despesas fixas correspondem aos gastos para manter a empresa em funcionamento independentemente de haver vendas. Contas de aluguel, água, energia e telefone em escritórios, são exemplos.
Gastos com comissões e custos de pós-venda
Gastos com juros e multas podem ser apresentados como despesas financeiras. No caso de quem mexe com importação e exportação, variações cambiais também estão neste tópico.
Resultado da conta até aqui, desconsiderando o impacto dos impostos sobre o faturamento.
IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) são tributos cobrados sobre o faturamento.
Por fim, temos o resultado líquido, obtido a partir da subtração dos impostos e taxas pagas do lucro bruto. Esse valor corresponde ao resultado de uma empresa, considerando os ganhos e descontos em determinado período. O resultado líquido é, portanto, bastante importante para realizar financiamentos próprios, investimentos ou ser dividido entre sócios, acionistas e funcionários.
]]>Mas ficar só reclamando do mundo moderno e da hiper conectividade não vai adiantar nada.
A gestão do tempo nas empresas é a administração das horas de trabalho dos colaboradores. Ela pode ser feita pelo próprio funcionário, que deseja render mais, ou pelo líder da equipe, que deseja melhorar os resultados do time.
O objetivo da gestão do tempo é utilizar cada momento de trabalho da maneira mais eficiente possível para aumentar a produtividade, bater as metas e melhorar os resultados.
Existem muitos caminhos diferentes, como softwares de organização de tarefas, disciplina mental, cobranças dos chefes, reuniões de produtividade, entre outros.
A primeira medida que o empreendedor deve tomar é ter consciência sobre a importância da gestão de tempo. Suponhamos que você tenha uma empresa de varejo, por exemplo. Fatores como abertura e fechamento da loja, gestão de vendas, controle de estoque e atendimento ao cliente demandam tempo – por isso, ele precisa ser bem aproveitado.
Então, é necessário mapear todas essas atividades e controlar o tempo gasto em cada uma. Mas qual a real importância disso?
Em um artigo para a revista Entrepreneur, a gerente de marca Dipti Parmar afirma:
O controle do tempo elimina a redundância e otimiza os processos de trabalho. Isso faz com que você reduza os custos gerais do negócio.
Mas os benefícios vão além disso. Otimizando as atividades dos funcionários, a empresa ganha produtividade, o que pode ter impacto direto na qualidade do serviço que você oferece ao cliente.
Sem contar que, com o gerenciamento, os processos da equipe se tornam mais organizados. Pense no seu negócio como uma máquina: todas as engrenagens precisam rodar plenamente para que o produto final seja satisfatório.
Gestão do tempo tem tudo a ver com a produtividade, e a produtividade, com os resultados financeiros da empresa.
É preciso compreender que esse gerenciamento requer mudanças de hábitos e de comportamento dos funcionários. Isso, na maioria dos casos, só é possível quando também há uma mudança na cultura da empresa – algo que depende da liderança.
Por isso, avalie alguns aspectos do negócio. Como você orienta os seus funcionários a lidar com imprevistos? Como eles identificam as tarefas prioritárias? E mais: como você ajuda os profissionais a otimizarem as atividades?
Também é necessário ter uma relação direta com os funcionários, para que todos possam mapear erros na gestão do tempo, identificando quais fatores atrapalham a produtividade e quais medidas podem solucionar o problema.
Especialista em produtividade, Maura Thomas destaca em um texto para a Harvard Business Review:
“A raiz dos problemas da equipe não é gerenciar o tempo, mas gerenciar a atenção”.
Vamos voltar ao exemplo da empresa de varejo. Geralmente, as lojas recebem muitos e-mails de consumidores, e responder a todos eles demanda tempo. Esse é um dos principais desafios à produtividade nesse tipo de negócio.
Para que o funcionário não pare o que está fazendo a cada mensagem recebida, uma boa alternativa seria criar um mecanismo de resposta automática, informando ao consumidor que entre em contato por telefone, caso o assunto seja urgente.
Desse modo, você evita que o profissional perca a produtividade desenvolvendo uma tarefa que não é tão urgente. Estratégias como essa são simples, mas fazem a diferença no cotidiano da empresa.
]]>Abaixo, listo algumas dicas para os vendedores abordarem os clientes, desde o básico “Bom dia, como vai?” até a técnica do espelhamento, muito utilizada tanto em estabelecimentos varejistas quanto em mesas de reuniões corporativas.
O vendedor deve sempre manter sua aparência de acordo com o estilo da empresa em que atua, o que inclui roupa, cabelo, maquiagem e perfume.
Usar terno e gravata é algo recomendável a quem trabalha em uma loja blacktie, mas não a quem vende artigos esportivos. As pessoas gostam de estar junto de quem é agradável, portanto estar perfumado, por exemplo, é algo positivo apenas quando não há excessos.
Embora seja algo básico e indicado a todos os tipos de relações interpessoais, muitos vendedores se esquecem de fazer a abordagem com um cumprimento. Dizer frases como “Bom dia, como vai?”, “Eu sou o Mário, como posso ajudar?” e “Seja bem-vindo à minha loja (ou empresa), estou à disposição para o que precisar” é fundamental para que os próximos sejam dados.
Este é um termo que utilizamos nos treinamentos do Instituto Brasileiro de Vendas para nomear os primeiros momentos com o cliente, em que o vendedor, depois de se apresentar, espera a iniciativa do outro lado.
Com esta técnica, o vendedor analisa se o comprador vai falar mais alto ou mais baixo, se o tom da conversa será formal ou informal, se vai falar sobre o seu interesse de forma mais lenta ou mais imediatista, e, então, consegue definir o rumo da negociação.
Depois de ouvir o outro lado, o vendedor consegue, com base na análise do comportamento, identificar o perfil do cliente, se é pragmático, analítico, afável ou expressivo.
A partir dessa identificação, ele passa a agir de uma ou outra maneira, de modo que seu comportamento seja um espelho do estilo do comprador.
O espelhamento é uma das grandes ferramentas de abordagem, para o vendedor se conectar com o cliente, deixe que fale mais tranquilamente sobre suas necessidades e, então, ofereça o produto ou serviço que possa suprir essa necessidade.
Poucas pessoas que entram em uma loja gostam de um vendedor “grudento”, que se mantém próximo o tempo todo. É importante que o espaço do comprador seja respeitado e o que vai determinar isso é o perfil dele, identificado no primeiro momento.
Entretanto, é essencial que a distância também não seja muito grande. Ou seja, o vendedor deve deixar o cliente à vontade, porém deve estar sempre atento para oferecer ajuda rapidamente quando perceber um sinal.
]]>Por meio do desenvolvimento desse controle, o negócio se torna mais competitivo, uma vez que as mudanças e as respostas que a ferramenta proporciona influenciam diretamente as vendas e os resultados.
Entenda agora o que é o controle de vendas, porque ele é importante e quais benefícios traz à empresa.
O controle de vendas não é apenas uma planilha ou um relatório com as vendas realizadas, seus valores e datas. Ele abrange tarefas diversas relacionadas à área de vendas efetuadas, perdidas e previstas, ou seja, compras, estoque, exposição, precificação, negociação, forma de entrega (se existir) e demais fatores influentes nesse contexto.
Essa ferramenta de controle ampla permite que o gestor avalie as operações de forma mais abrangente e eficiente. Assim, consegue identificar possibilidades de melhoria e correções necessárias, o que gera consequências nos resultados em pontos diversificados do negócio.
Além disso, o controle de vendas pode gerar percepções que outras tarefas sozinhas não são capazes de gerar. Por exemplo, a gestão de compras trabalha para que as aquisições da empresa sejam as mais vantajosas possíveis. Para isso, utiliza indicadores que auxiliam a tomada de decisões.
Gerenciar vendas dessa forma é diretamente benéfico ao processo. E como os benefícios se estendem a tarefas e departamentos distintos, proporciona um desempenho melhor na organização como um todo. Além disso, o controle de vendas garante que os negócios efetivados de fato representem lucro, pois gargalos e demais problemas de pré e pós-vendas podem ser identificados e corrigidos.
]]>Pensando nisso nós da Gera3 dedicamos esse blog a ensinar boas práticas de organizar seus documentos fiscais
O primeiro passo para começar a organizar os seus documentos fiscais, é definir um local onde serão armazenados todos esses dados. A estratégia vai depender do tamanho do seu negócio e do fluxo de documentos emitidos. O mais importante aqui é definir um local adequado, longe de calor, umidade e elementos deterioradores, o que estende a vida útil dos documentos e facilita a consulta e busca de informações sempre que se fizer necessário.
Quando for definir a organização dos documentos da sua empresa, tenha em mente o volume de papéis que serão armazenados e qual prática se adapta melhor a sua demanda de emissão e a sua necessidade de consulta. As maneiras de categorização mais comuns são:
Uma sugestão também é criar subcategorias. Por exemplo, você pode ordenar por clientes. Então em cada pasta de cada cliente, você divide por data de emissão.
Se você tem uma demanda baixa de documentos fiscais, é possível definir pequenas práticas diárias de organização e armazenamento desses documentos. Isso vai ajudar na sua rotina de trabalho e facilitar no momento de consultar informações.
Contudo, se você tem uma empresa maior, com uma demanda mais alta de documentos fiscais, é muito importante adotar práticas específicas de organização e arquivamento. Normalmente, organizações mais extensas possuem equipes de profissionais que trabalham no setor contábil exclusivamente voltados para a emissão de notas dessa natureza. Por isso, é essencial que toda a equipe esteja alinhada e adote os mesmos costumes, envolvendo o manejo desses importantíssimos documentos.
Após alinhados, defina um dia exato para o arquivamento, que variando de acordo com sua demanda pode ser de 15 em 15 dias ou de 1 vez por mês.
Notas fiscais, físicas e eletrônicas, precisam ser guardadas por cinco anos. Documentos mais velhos do que isso, podem ser separados em um arquivo morto. Isso faz com que os documentos que ainda podem ser solicitados pela fiscalização fiquem melhor organizados.
Sistemas de gestão ajudam a otimizar processos relacionados ao controle das notas fiscais. É o caso do software para emissão de notas eletrônicas, que automatiza a tarefa. Assim, há economia de tempo, uma vez que a emissão é feita em poucos cliques, e redução de erros. E nisso, você pode contar com a Gera3, nossos sistemas são sempre atualizados com a SEFAZ e te permitem ficar sempre atualizados com as últimas normas e organizado
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